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Memórias afetivas





Ei! Faz tempo que não passo aqui para contar uma novidade não é? Pois hoje eu te escrevo com muito carinho para te falar de um assunto que mexe muito comigo e tenho certeza que também vai mexer contigo. Estou na fotografia há seis anos e o que me torna apaixonada pelo meu trabalho é contar a história das pessoas. Escrevi isso na descrição do meu site em 2014 e continuo fiel a este pensamento.


Quem já fotografou comigo sabe que o ensaio começa bem antes do dia de se fazer as fotos. Penso com carinho sobre o figurino, acessórios, o espaço físico onde vou fotografar, a luz, a hora do dia. Tudo isso eu vou construindo por meio das conversar pelo Whats App. O processo criativo acontece o tempo todo, até nos meus sonhos! E de repente eu sou a "loka" que entra na loja de decoração e fica pensando que objeto levar, não para minha casa, mas para usar em algum cenário (Sim, já fiz isso até no exterior). Adoro pensar nos detalhes, mas ao longo desses anos, percebi que queria ir além na fotografia. Existe um tipo de fotografia onde o fotógrafo se coloca não como diretor de cena, mas com um mero espectador. E de repente comecei a me apaixonar pela possibilidade do não controle, onde o que importa é o meu olhar em cima de uma cena real.

Por isso eu quero hoje te falar do Ensaio Documental de Família. Este nome não é meu, já existe, pode dar uma goolgada que você vai ver ensaios belíssimo sendo feitos pelo mundo a fora. Neste tipo de ensaio o que conta é a sua história. Sabe aquela cena cotidiana que você adoraria que ficasse registrado, mas na hora você estava sem o celular ou fez a foto de um jeito que não valorizou tanto o que você queria? Essa imagem é a que mais vai te trazer memórias afetivas. É aquela que seu filho ou sua filha irá ver no futuro e se lembrar daquele dia. E isso simplesmente não tem preço a ser colocado. É o registro da vida viva em seu aspecto mais visceral e verdadeiro.

Quando comecei a pensar em trabalhar com fotografia documental, ouvi uma frase muito forte. E é sobre essa frase que quero falar contigo que mexeu muito comigo: Quando você se for, porque um dia todos nós iremos, qual fotografia você acha que seu filho ou sua filha colocará no porta retrato? Eu te respondo. Seus filhos irão colocar a fotografia em que você aparece. Porque essa é a memória afetiva que vai fazer mais sentido para eles. Desculpem se te fiz sentimental neste momento. Mas estou sendo bem verdadeira aqui. Sempre digo aos meus clientes. façam fotos de seus filhos, mas também tirem fotos com eles. Hoje a referência é sua, amanhã vocês serão a referência deles.




Pronto ! Agora eu tenho certeza de que você já está compreendendo melhor qual o sentido de se fazer um ensaio documental de família. Não se trata de ter a casa arrumadinha. Trata-se de ter um olhar profissional nos momentos mais sinceros entre você e sua família.


Como isso funciona Malu? Bem simples. Marcamos um horário em que eu vou estar com você e com sua família. Eu chego, deixo meu material em um cantinho, converso com todo mundo, principalmente com as crianças, e depois uso a minha capa do invisível e vocês não vão mais me enxergar. Tudo flui naturalmente. A rotina da casa não deve mudar com a minha presença. Hora das refeições, brincadeiras, broncas, soneca, o que acontece na sua normalidade virando um diário de imagens que passará a ser acervo da sua família por gerações. Procuro não acender luzes, não abrir portas, procuro nem falar. Ao final do ensaio eu vou ouvir você me dizer: Nossa ! Eu até esqueci que você estava aqui. E é assim que tem de ser. Estou no seu lar para captar as imagens, interferindo o menos possível e buscando a essência do seu dia a dia.


O resultado deste trabalho você pode ver no vídeo acima: Um dia da Família Peregrino Lima

Se essa ideia faz sentido para você, se você se identificou com esta proposta, entre contato e vamos conversar. A sua história merece ser contada.